O memorando tem vigência de cinco anos. É mencionado, como objetivo, o intercâmbio de conhecimento, estímulo a investimentos e o desenvolvimento conjunto de tecnologias aplicadas à geologia e à mineração, de acordo com comunicado do Ministério de Minas e Energia (MME). Mais especificamente, são previstas trocas de especialistas e a realização de programas de capacitação e a transferência de tecnologias, por exemplo.
O governo brasileiro quer investimentos na cadeia de transformação mineral no Brasil, alinhado com o processo de industrialização e desenvolvimento tecnológico. Alexandre Silveira cumpre agenda oficial no exterior até dia 25 de janeiro. Em Riad, na Arábia Saudita, ele participou hoje da 5ª edição da Mesa-Redonda Ministerial do Fórum de Minerais do Futuro e de reuniões com autoridades governamentais. Posteriormente, ele segue para Xangai, na China.
A pasta de Minas e Energia vê a possibilidade de criação da chamada "Aliança de Investimento em Mineração Brasil-Arábia Saudita", com foco na exploração, processamento e agregação de valor a minerais estratégicos, conforme a justificativa utilizada. "O Brasil está construindo alianças estratégicas com países que compartilham uma visão de futuro baseada em desenvolvimento, inovação e transição energética", declarou Silveira, em nota.
Na segunda-feira, 12, o ministro brasileiro solicitou o apoio do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) em projetos voltados ao mapeamento do potencial mineral brasileiro. Atualmente, só 30% do subsolo nacional está mapeado, aproximadamente. Ele também manifestou o interesse em receber, no Brasil, representantes da empresa Manara Minerals Investment Company (Manara).
(Com Agência Estado)
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