A receita líquida somou R$ 3,3 bilhões no período, alta de 6,4% na base anual. O retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE) ficou em 15,8%, elevação de 80 pontos-base (8 pontos porcentuais) em relação ao fim de março de 2025.
"Tivemos um trimestre de resultado sólido, especialmente considerando o pano de fundo marcado por um contexto macroeconômico volátil", disse o Superintendente de Relações com Investidores do PagBank, Daniel Pioner, em entrevista coletiva na sede da empresa, em São Paulo.
O lucro bruto do PagBank alcançou R$ 1,889 bilhão, o que representa um aumento de 0,8% na comparação anual. Pelo guidance (projeções) em vigor, a empresa espera ter crescimento na faixa entre 6% e 9% nessa linha este ano.
Segundo o CFO da empresa, Gustavo Sechin, o lucro bruto foi penalizado pela pressão da Selic elevada, que só voltou a cair em abril, ainda em ritmo lento. "A partir do segundo e terceiro trimestres, o custo financeiro se torna mais comparável àquele que observamos no momento da ascensão dos juros", explicou.
O PagBank fechou março com 34 milhões de clientes, alta de 6% ante dezembro ante o final do primeiro trimestre de 2025.
(Com Agência Estado)
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