Os resultados de janeiro não trazem mudanças relevantes em relação à leitura de falta de confiança observada ao longo de 2025. A deterioração da confiança pode ser explicada pelo processo de desaceleração da economia, pela forte entrada de produtos importados, que captura parte relevante da demanda doméstica por bens industriais, e pelos efeitos dos juros elevados sobre o setor produtivo, explica Larissa Nocko, especialista em Políticas e Indústria da CNI.
Para esta edição do Icei Setorial, a CNI consultou 1.642 empresas: 671 de pequeno porte; 587 de médio porte; e 384 de grande porte, entre 5 e 14 de janeiro de 2026.
Os setores mais confiantes em janeiro são:
- Impressão e reprodução: 53,4 pontos;
- Perfumaria, limpeza e higiene pessoal: 52,6 pontos;
- Farmoquímicos e farmacêuticos: 52,4 pontos;
- Extração de minerais não-metálicos: 51,8 pontos.
Enquanto os menos confiantes são:
- Metalurgia: 43,7 pontos;
- Couros e artefatos de couro: 44,9 pontos;
- Celulose e papel: 45 pontos;
- Vestuário e acessórios: 45,5 pontos.
Um Icei abaixo de 50 pontos aponta um cenário sem confiança empresarial. Entre as pequenas indústrias, o Icei continuou em 47,9 pontos. Nas indústrias de médio porte, o indicador subiu 0,7 ponto, para 49 pontos. Já entre as grandes empresas, o índice subiu 0,4 ponto, para 49,5 pontos.
(Com Agência Estado)
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