Haddad evitou fazer juízo de valor e disse não querer "dar manchete" contra a atuação do STF nesse processo. Para ele, o Supremo está nas mãos da pessoa correta, ao se referir ao atual presidente, ministro Edson Fachin. No mesmo argumento, ele declarou que Fachin está no "melhor âmbito" para dar resposta correta sobre a atuação da Corte.
Na entrevista desta quinta, Haddad deu detalhes sobre o almoço do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com o ministro Dias Toffoli, no fim do ano passado.
Um dos focos da conversa foi o combate ao crime e a corrupção, segundo o ministro. Lula teria dado exemplos de trabalhos que a Polícia Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Ministério Público estariam fazendo conjuntamente, de acordo com os relatos.
Ainda sobre o caso Master, Haddad ponderou que essa situação pode dar oportunidade para uma "reformulação institucional". Para ele, o perímetro do Banco Central está "estreito demais", aquém das necessidades. O ministro reforçou que essa é uma opinião pessoal.
Ele também defendeu que instituições como Superintendência de Seguros Privados (Supep), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e BC têm que "repensar a fiscalização" e eventualmente reformular esse trâmite, para melhor eficiência.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.




