Cipollone afirmou que a demanda por dinheiro segue forte e há "mais de 31 bilhões de cédulas de euro, no valor de mais de 1,6 trilhão de euros, em circulação", com crescimento anual de cerca de 3%.
Para ele, crises recentes mostraram que, quando aumenta a incerteza, as pessoas querem manter ainda mais dinheiro.
Segundo Cipollone, o dinheiro físico é "uma âncora tangível de estabilidade e confiança", favorece a inclusão financeira por ser simples de usar, protege a privacidade e garantir liberdade de escolha.
O dirigente reforçou que pagamentos digitais "não tornam o dinheiro menos importante" e que a estratégia do BCE é investir tanto no euro em espécie quanto no euro digital.
Ele também detalhou a modernização das cédulas para incorporar novos itens de segurança, torná-las mais sustentáveis e fortalecer a conexão com os europeus.
*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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