Outros 25% acreditam que a economia permanecerá igual, ante 22% na rodada anterior, enquanto 13% não souberam ou não responderam.
O aumento do otimismo ocorre apesar de a percepção sobre o cenário atual continuar majoritariamente negativa.
Para 53% dos entrevistados, a economia do País está ruim ou péssima; 28% a consideram regular e 17%, ótima ou boa. Na pesquisa anterior, os porcentuais eram de 52%, 30% e 16%, respectivamente.
A expectativa em relação às finanças pessoais também melhorou. Os que acreditam que a própria situação financeira vai melhorar nos próximos seis meses passaram de 43% para 47%. Outros 31% esperam estabilidade, 12% projetam uma piora e 10% não souberam responder.
Problemas do País
Segurança pública, violência e criminalidade são citadas como um dos dois principais problemas do Brasil por 34% dos entrevistados. Em seguida aparecem saúde pública, com 28%; corrupção, com 27%; e educação, com 18%.
Na rodada anterior, segurança era mencionada por 35%, saúde por 31%, corrupção por 23% e educação por 17%. A preocupação com a classe política passou de 9% para 16% e aparece agora em quinto lugar. Baixo crescimento econômico soma 10%; desemprego, 9%; e inflação, custo de vida ou preços altos, 8%.
Quando considerada apenas a primeira resposta dada pelos entrevistados, a corrupção aparece como o principal problema, citada por 20%. Segurança pública vem em seguida, com 17%, e saúde pública, com 12%. A pergunta foi espontânea e permitiu a indicação de um primeiro e de um segundo problema.
A Nexus entrevistou 2.003 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
(Com Agência Estado)
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