Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou de 26% para 20%.
O escritor Augusto Cury (Avante) tem agora 6%, ante 10% na rodada anterior, enquanto o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 5%.
Entre os eleitores que não recebem o Bolsa Família nem vivem em domicílios atendidos pelo programa, Lula e Flávio aparecem empatados numericamente, com 39% das intenções de voto cada.
Na pesquisa anterior, o petista tinha 37%, e o senador, 36%. Cury registra 6%; Caiado, 4%; o ativista Renan Santos (Missão), 3%; e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), 1%.
Num eventual segundo turno entre Lula e Flávio, o petista também ampliou a vantagem entre os beneficiários do Bolsa Família: passou de 56% para 73%, enquanto o senador recuou de 37% para 23%. Na mesma simulação, 89% dos eleitores afirmam que a decisão de voto está tomada e não mudará, enquanto 11% admitem que ainda podem alterar a escolha.
Religião
Flávio lidera entre os eleitores evangélicos, com 52%, ante 45% na rodada anterior. Lula registra 27% nesse segmento. Cury tem 5%; Caiado, 4%; e Renan, 2%.
Entre os católicos, Lula aparece à frente, com 48% das intenções de voto, ante 43% na pesquisa anterior. Flávio tem 33%, seguido por Cury, com 7%, e Caiado, com 5%. Renan e Zema registram 1% cada.
A Nexus entrevistou 2.003 eleitores com 16 anos ou mais, por telefone, entre os dias 11 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04076/2026.
(Com Agência Estado)
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