Alckmin lembrou, em coletiva de imprensa após a abertura oficial da Agrishow, que "o presidente Lula colocou na sua rede a solidariedade ao presidente Trump, que sofreu uma ameaça de atentado nos EUA".
Lula disse, no X na manhã deste domingo, que "o Brasil repudia veementemente o ataque" e que "a violência política é uma afronta aos valores democráticos". E rendeu solidariedade a Trump, à primeira-dama Melania Trump, e a todos os presentes no jantar.
Ainda na coletiva, Alckmin reafirmou que a renegociação de dívidas dos produtores rurais brasileiros "está sendo trabalhada neste momento". "Está sendo discutido, mas a ideia é fazer uma renegociação não só para quem está inadimplente, mas para quem está adimplente", complementou. "Vai ter negociação. Vamos aguardar os próximos passos."
Segundo levantamento do Ministério da Fazenda, há R$ 37,463 bilhões em operações de crédito rural em situação de adimplência e prorrogadas (sendo R$ 2,81 bilhões do Pronaf, R$ 8,05 bilhões do Pronamp e R$ 26,61 bilhões de grandes produtores). Outros R$ 44,230 bilhões de operações de crédito rural em inadimplência (sendo R$ 4,21 bilhões do Pronaf, R$ 3,25 bilhões do Pronamp e R$ 36,77 bilhões de grandes produtores). Ao todo, as operações de crédito rural elegíveis às novas linhas de renegociação propostas pela Fazenda somariam R$ 81,693 bilhões.
Tanto a Fazenda quanto o relator da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), têm propostas para a negociação de dívidas. A da Fazenda não usaria recursos de fundos sociais; já a da CAE propõe usar recursos como os do fundo do Pré-Sal. Até terça-feira, 28, as partes devem se reunir para alinhar as propostas.
(Com Agência Estado)
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