A receita mundial, que inclui vendas líquidas e financeiras, no período foi de US$ 9,611 bilhões, avanço de 13% na comparação com o intervalo correspondente do ano fiscal anterior.
As vendas líquidas das operações de equipamentos somaram US$ 8,001 bilhões no trimestre, ante US$ 6,809 bilhões um ano antes.
Na divisão de Produção e Agricultura de Precisão, as vendas subiram 3%, para US$ 3,163 bilhões, beneficiadas pela conversão cambial. O lucro operacional do segmento, no entanto, caiu 59%, prejudicado por tarifas maiores, mix de vendas desfavorável e maiores despesas com garantia.
O segmento de Pequena Agricultura e Jardinagem teve alta de 24% nas vendas, para US$ 2,168 bilhões, e o lucro operacional avançou 58%. Já em Construção e Silvicultura, as vendas avançaram 34%, para US$ 2,670 bilhões, com o lucro operacional subindo 111%.
Para o ano fiscal de 2026, a Deere prevê um lucro líquido entre US$ 4,5 bilhões e US$ 5,0 bilhões. A estimativa da companhia considera uma queda de 15% a 20% nas vendas da indústria de grande agricultura nos EUA e no Canadá.
"Embora a indústria global de grande agricultura continue enfrentando desafios, estamos encorajados pela recuperação em andamento na demanda dentro dos segmentos de construção e pequena agricultura", disse em nota o CEO da John Deere, John May. Segundo o executivo, esses desenvolvimentos positivos reforçam a crença da empresa de que 2026 representa o fundo do ciclo atual e fornece uma base forte para o crescimento acelerado daqui para frente.
(Com Agência Estado)
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