O órgão disse que as devidas providências foram tomadas, com envio de comunicação à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) no prazo devido.
"De acordo com informações preliminares, do total de CPFs acessados, 97% foram de cidadãos falecidos. A Dataprev apurou a ocorrência de aproximadamente 50 mil casos envolvendo individuais que não possuem registro de óbito - menos de 3% dos casos registrados. Os dados ainda estão sendo consolidados pela Dataprev", afirmou o órgão em nota.
O INSS destacou ainda que a concessão de benefícios exige uma série de documentos e etapas de comprovação. "Os empréstimos consignados, por exemplo, exigem biometria facial. A pensão por óbito exige certidão de óbito, dentre outros documentos e procedimentos".
Dessa forma, qualquer concessão de benefício possui uma série de travas de segurança. O órgão informou ainda que tem reforçado seus controles internos "a fim de oferecer maior segurança a análise de seus benefícios".
(Com Agência Estado)
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