Segundo o conselho, a queda ante janeiro reflete principalmente uma revisão na estimativa para a cevada.
Os estoques finais de grãos foram reduzidos em 3 milhões de t em relação à projeção anterior, para 631 milhões de toneladas. O comércio global em 2025/26 foi elevado em 3 milhões de t, para 449 milhões de toneladas, sustentado por aumentos nos volumes esperados de milho, trigo, cevada e sorgo.
A projeção para a produção global de soja em 2025/26 foi aumentada em 1 milhão de t, ficando ligeiramente abaixo do pico registrado na safra passada. O conselho elevou a estimativa para os estoques finais da oleaginosa em 2 milhões de t na comparação mensal, enquanto o comércio foi mantido em 187 milhões de toneladas.
Para o arroz, o IGC prevê uma safra global recorde de 543 milhões de toneladas em 2025/26. A projeção para o comércio mundial do cereal em 2026 (janeiro a dezembro) foi mantida em 60 milhões de toneladas.
O Índice de Grãos e Oleaginosas do IGC (GOI) subiu 4% nas últimas cinco semanas, impulsionado por ganhos nos preços de exportação. O sub-índice da soja avançou 8% no período, devido a ganhos firmes nos Estados Unidos e na Argentina, enquanto o do trigo subiu 2% e o do milho teve alta de 1%.
(Com Agência Estado)
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