Terça-feira, 03 de Março de 2026
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,36
euro R$ 6,23
libra R$ 6,23

Economia Terça-feira, 03 de Março de 2026, 16:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 03 de Março de 2026, 16h:30 - A | A

Haddad: é muito cedo para falar de uma reversão de um ciclo de cortes da Selic por conta do Irã

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira, 3, que é muito cedo para falar em uma reversão do ciclo de cortes da Selic contratado por conta do conflito no Irã. Ele deu entrevista ao programa Alô, Alô Brasil do jornalista José Luiz Datena, na Rádio Nacional.

Haddad afirmou que a função do Banco Central é acertar a dose do remédio contra a inflação, mas que uma dose maior que o necessário ou menor pode causar mal ao paciente.

"A gente não sabe como é que esse conflito vai acontecer, como é que as coisas vão suceder, mas assim, é muito cedo para falar de uma reversão do que está mais ou menos contratado aí, que é um ciclo de cortes", disse o ministro.

Segundo Haddad, a função da Fazenda é estudar todos os possíveis cenários que a guerra no Oriente Médio pode causar no Brasil e se preparar para todas essas variáveis. "O que cabe a nós fazer é justamente nos preparar para qualquer cenário, como temos feito em qualquer circunstância, quando aconteceu o tarifaço do Trump, quando acontece um evento climático severo. A equipe econômica sempre procura montar cenários e se preparar para qualquer um deles", declarou.

O ministro afirmou que tanto a incursão na Venezuela quanto no Irã teve motivação o petróleo e o medo que a China causou nos Estados Unidos, além de desgastes internos do presidente dos EUA, Donald Trump, relacionados a sua imagem pública.

"É muito preocupante o que está acontecendo no mundo e a China assustou demais os Estados Unidos, todas essas movimentações têm muito a ver com a China. Mesmo na Venezuela, tanto na Venezuela quanto no Irã, a questão é o petróleo e a dependência da China da importação de 11 a 12 milhões de barris por dia de petróleo", afirmou ele.

(Com Agência Estado)

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão. 

 

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros