Em entrevista à GloboNews, o ministro declarou que o assunto preocupa a Fazenda por três motivos, embora seja da alçada do Banco Central: o impacto sobre a CVM; sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que não é estatal, mas tem participação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal; e sobre a Receita Federal, por causa das questões tributárias.
Haddad reafirmou que conversa diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre o caso. Questionado sobre o pagamento do FGC aos investidores, Haddad afirmou o tema não é da alçada do Banco Central, mas que acredita que tudo será pago conforme o previsto. Ainda não há data definida para que os investidores do Master comecem a receber os valores de volta.
(Com Agência Estado)
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