Na sequência, observou que, por enquanto, o risco baixista para inflação de países emergentes oriundo da condução política econômica dos Estados Unidos está se materializando. "Acho que essa materialização desse risco vem colaborando nesse sentido, em um cenário menos adverso, vamos chamar assim, para os países emergentes", disse.
Galípolo voltou a enfatizar a necessidade de o Brasil conseguir apresentar ao mundo as vantagens competitivas que tem. "As questões estruturais me parecem que estão relativamente colocadas para o Brasil. O Brasil tem uma série de vantagens competitivas que são as mais difíceis de se ter. É um momento meio criança esperança aqui: 'Depende de nós'. Acho que está dependendo de nós conseguirmos fazer esses movimentos para que consigamos nos apresentar para o mundo como um polo de atração de investimento privado, com as vantagens que temos para conseguirmos oferecer ganhos de produtividade."
O banqueiro central emendou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem defendido a harmonização entre as políticas fiscal e monetária desde sempre. Disse que Haddad vem não só repetindo isso, mas trabalhando arduamente nesse sentido. "Não é algo simples de ser feito, não é algo que você vai conseguir do dia para a noite, mas existem, sim, essas vantagens competitivas que o Brasil tem que são importantes no momento como esse."
(Com Agência Estado)
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