O FMI ponderou que a atividade na China, assim como nos EUA, tem sido mais forte do que o esperado no WEO de outubro de 2025. "Mas essa força tem sido desigual. No caso da China, a atividade doméstica - especialmente no setor imobiliário - está atrás das exportações", disse o organismo internacional.
Em relação a 2027, o FMI projeta que o PIB chinês deve sentir o efeito de ventos contrários estruturais - incluindo aqueles decorrentes de uma desaceleração acentuada no setor imobiliário, uma força de trabalho em declínio, retornos decrescentes sobre o investimento e crescimento mais lento da produtividade.
Para o Japão, o Fundo manteve as projeções de crescimento de 0,7% em 2026 e 0,6% em 2027.
(Com Agência Estado)
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