"O crescimento dos EUA permanecerá relativamente resiliente em 1,9% em 2026-2027, mas abaixo de 2,8% em 2025. A resiliência da economia diante das maiores incertezas com mudanças tarifárias e picos nos preços do petróleo reflete sua capacidade de absorver choques e destaca sua flexibilidade", diz a agência no comunicado.
A Fitch, no entanto, ressaltou que o nível de endividamento público segue como fator de preocupação e limita a avaliação do país.
Para a agência, os EUA enfrentam déficits fiscais elevados e o governo não adotou medidas efetivas de consolidação das contas.
A agência projeta que o déficit do governo vai aumentar para 7,4% do PIB em 2026, ante 6,8% em 2025, puxado pelos cortes de impostos da lei "One Big Beautiful Bill Act" e por US$ 100 bilhões em reembolsos de tarifas até julho de 2026.
A Fitch também projeta inflação média de 3,6% em 2026, bem acima da meta de 2% do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA).
(Com Agência Estado)
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