Ela reiterou, ainda, que o BRB só vai divulgar seu balanço quando o acordo sair. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) exige a publicação do balanço, que está atrasada, para saber a situação financeiro do banco antes de deliberar sobre o empréstimo.
A governadora também disse que "repudia" o uso do Fundo Constitucional do DF (FCDF) como contra-garantia para o empréstimo, além do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE), que já estavam previstos no desenho inicial. O uso do FCDF foi sugerido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
"Essa situação é bem difícil, até porque ele parte da premissa de mudança de acordo, não foi isso que foi sugerido no primeiro momento. Então a gente realmente repudia usar o Fundo Constitucional nessa situação porque nós já temos um aval de outros fundos", afirmou.
Ela também afirmou que ainda não se sabe o que é prejuízo e o que é lucro na operação de compra do Banco Master por R$ 22 bilhões. "Não se sabe ainda o que é prejuízo e o que é lucro na carteira de R$ 22 bilhões do Master. Até agora, só se foi contabilizado de carteiras fraudadas R$ 3 bilhões", afirmou.
"Estamos discutindo isso com muita cautela. Mas há muitos desdobramentos ainda para acontecer", reforçou.
(Com Agência Estado)
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