A margem bruta ajustada chegou a 29,8% no período, uma elevação de 6,6 pontos percentuais (p.p.) ante o mesmo intervalo do ano passado.
As despesas operacionais totalizaram R$ 15,804 milhões, uma redução de 77,8% em um ano. As despesas comerciais tiveram queda de 46,6%, ficando em R$ 21,070 milhões, enquanto as despesas gerais e administrativas chegaram a R$ 34,199 milhões, com alta de 7%. Já a linha outras despesas, teve um salto, passando de R$ 97 mil para R$ 39,465 milhões.
O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) ficou positivo em R$ 23,469 milhões, uma piora de 9,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025. A equivalência patrimonial ficou em R$ 8,349 milhões no segundo trimestre, ante R$ 32,386 milhões no mesmo trimestre do ano passado.
A companhia teve queima de caixa de R$ 94,763 mi no trimestre, ante geração de R$ 67,391 milhões no mesmo período do ano passado.
Já a dívida líquida chegou a R$ 698,652 milhões ao final do segundo trimestre, um avanço de 22,3% ante a dívida registrada ao final do primeiro trimestre, enquanto a alavancagem (dívida sobre patrimônio líquido) subiu 21 p.p. na comparação anual e 5,5 p.p. ante o período imediatamente anterior, para 30,3%.
(Com Agência Estado)
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