Segundo a edição, o baixo desemprego, balanços sólidos do setor privado, o lançamento gradual de gastos públicos em defesa e infraestrutura, bem como os efeitos de apoio dos cortes anteriores nas taxas de juros estão sustentando o crescimento na zona do euro. Ainda, de acordo com o BC, a manufatura tem sido resiliente, apesar dos ventos contrários, e o impulso na construção está aumentando, também apoiado pelo investimento público.
Por outro lado, em relação à inflação, é mencionado que ela pode ser menor se as tarifas reduzirem a demanda por exportações da zona do euro mais do que o esperado e se países com capacidade excedente aumentarem ainda mais suas exportações para a região.
"Além disso, um euro mais forte pode reduzir a inflação além das expectativas atuais. Mercados financeiros mais voláteis e avessos ao risco podem pesar sobre a demanda e, assim, também reduzir a inflação", explica, ao ponderar que, em contraste, a inflação pode ser maior se houver um aumento persistente nos preços da energia, por exemplo.
O BCE menciona que o aumento planejado nos gastos com defesa e infraestrutura também pode fazer com que a inflação aumente no médio prazo, enquanto eventos climáticos extremos e crises climáticas e naturais podem elevar os preços dos alimentos mais do que o esperado. Ainda assim, o banco central reiterou sua determinação em garantir a estabilização da inflação na meta de 2% no médio prazo.
A publicação menciona que o investimento empresarial deve se fortalecer, e pesquisas indicam que as empresas estão investindo cada vez mais em novas tecnologias digitais. O BCE também enfatizou a "necessidade urgente" de fortalecer a zona do euro e sua economia no contexto geopolítico atual.
(Com Agência Estado)
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