"Essa trajetória da dívida nos incomoda e já temos as previsões para os próximos anos de, a partir de 2029, estabilizar o crescimento, para, em 2030, ter redução", afirmou Durigan.
Ele disse que sente desconforto com o atual patamar da dívida pública em relação ao PIB e que não quer passar dos 80% numa possível reeleição.
"De fato, eu não queria que passasse de 80% do PIB. Mas vamos chegar a 2030 abaixo de 80% do PIB. Ou pelo menos em 80% do PIB, porque esse é um limite que nos incomoda", completou o ministro.
(Com Agência Estado)
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