O movimento do câmbio, porém, é moderado. O dólar à vista abriu a R$ 5,2102 e chegou à mínima de R$ 5,2017, enquanto o contrato para setembro abriu a R$ 5,2230 e chegou a R$ 5,232. Por volta das 10h, ambos os contratos operavam próximos da estabilidade, com viés de alta.
No Brasil, o mercado acompanha os efeitos da desaceleração da atividade sobre as perspectivas para a política monetária, além dos riscos fiscal e eleitoral. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,64% em junho, abaixo da expectativa de recuo de 0,50%, enquanto o Relatório Focus mostrou queda da projeção para o crescimento de 2027 e alta da estimativa para a inflação no mesmo ano.
A atuação do Banco Central também permanece no radar. A autarquia oferta nesta terça até US$ 2,5 bilhões em swaps cambiais para rolagem dos vencimentos de setembro, além de até R$ 5 bilhões em operações compromissadas de três meses. Às 14h, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, reúne-se com representantes da Febraban e dos principais bancos, em São Paulo.
Na segunda-feira, 17, o dólar à vista fechou em R$ 5,2012, com baixa de 0,36%, após ter acumulado cinco sessões consecutivas de alta na semana passada.
(Com Agência Estado)
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