A aversão ao risco ganhou força após a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) informar que três petroleiros foram atingidos e interceptados no Estreito de Ormuz. O episódio impulsiona os preços do petróleo, com o Brent avançando quase 7%, e mantém investidores atentos aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Apesar da alta do petróleo e do avanço do dólar frente à maioria das moedas de países emergentes, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana frente a uma cesta de seis divisas fortes, opera próximo da estabilidade.
A expectativa predominante é de que o Fed mantenha nesta quarta-feira a taxa de juros entre 3,50% e 3,75% ao ano. O mercado, no entanto, acompanhará o comunicado e a entrevista do presidente da instituição, Kevin Warsh, em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos.
No Brasil, investidores seguem repercutindo o IPCA-15 de julho, que reforçou as apostas de corte de 0,25 ponto porcentual da Selic na próxima reunião do Copom.
Na terça-feira, 28, o dólar à vista fechou em alta de 0,20%, cotado a R$ 5,1223, depois de oscilar entre a mínima de R$ 5,1097 e a máxima de R$ 5,1301.
(Com Agência Estado)
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