Segundo Ricardo Chiumento, superintendente da mesa de derivativos do BS2, o mercado permanece "bem equilibrado", refletindo forças em direções opostas. De um lado, a expectativa de queda da Selic amanhã e os sinais de desaceleração da atividade favorecem os ativos domésticos.
De outro, a queda do petróleo tende a impulsionar o dólar frente ao real, já que o Brasil é um importante exportador de commodities. "É uma semana naturalmente de cautela", afirma.
Às 10h21, o dólar à vista subia 0,19%, a R$ 5,0965, após renovar máxima intradiária a R$ 5,1010 (+0,27). No mercado futuro, o contrato para setembro subia 0,09%, a R$ 5,1295.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.








