Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados apresentaram variação positiva no mês, com a Habitação registrando a maior alta e impacto (2,31% e 0,35 p.p.), seguido de Transportes (0,89%) e Alimentação e bebidas (0,83%).
Com alta de 7,89% em setembro, a energia elétrica residencial representou o principal impacto individual para o IPCA no mês (0,32 p.p.). A energia elétrica fica dentro do grupo Habitação.
Além do fim do bônus de Itaipu, valor distribuído aos consumidores de eletricidade quando há saldo positivo na conta de comercialização da usina hidrelétrica controlada por Brasil e Paraguai, o IBGE destacou a continuidade da vigência da bandeira tarifária amarela, que adiciona R$ 1,885 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos.
O instituto também citou a incorporação de reajustes tarifários em Belém, desde 18 de setembro, e em São Luís, a partir de 28 de agosto. Já em Rio Branco e Fortaleza, as tarifas foram reduzidas em, respectivamente, 5,20% e 6,65%, a partir de 26 de agosto, em razão da incorporação de recursos da repactuação do Uso de Bem Público (UBP), aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









