Ao dizer que é hora de "virar voto" neste segundo turno, Lula falou na propaganda que o senador do PL, caso eleito, poderá fazer em cortes em programas sociais, como o Farmácia Popular e no orçamento da educação, por exemplo. Em contrapartida, Flávio negou que vá acabar com programas sociais e disse que vai manter o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e o Farmácia Popular. No início do programa, o petista trouxe notícias de cortes de programas sociais na gestão de Jair Bolsonaro (PL) e disse que "é um erro" eleger quem vai cortar benefícios da população.
Na propaganda do rádio, Flávio agradeceu os apoios que vem recebendo, principalmente de adversários do primeiro turno. E veiculou trechos dos discursos de apoio dos ex-presidenciáveis Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Além deles, citou o apoio do governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). E disse que o segundo turno é "o passo final de uma mudança que já começou". Flávio reiterou que vai acabar com o instituto da reeleição, falou da promessa de um "tesouraço" nos impostos e gastos públicos e destacou, ainda, que construirá cinco "megapresídios" no País.
Os programas eleitorais no rádio e na TV vão até o dia 23 de outubro. Essa sexta-feira marca também o início dos atos de campanha neste segundo turno. Lula e Flávio Bolsonaro terão cinco minutos na propaganda, cada um, nos blocos exibidos no rádio e na TV.
No rádio, os programas eleitorais são exibidos às 7h e 12h. Na TV, os blocos serão exibidos às 13h e às 20h30. Nos Estados em que haverá segundo turno para o governo, a propaganda começa em seguida à dos presidenciáveis e cada concorrente terá também cinco minutos por bloco.
(Com Agência Estado)
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