O político afirma ainda que ele e seu partido continuarão vigilantes, acompanhando e cobrando o governo eleito diante da crise de segurança pública vivida no Estado. Ele também critica a nova gestão, declarando que ela "representa a continuidade do grupo político que está no poder há oito anos".
Paes disputava o governo fluminense e no primeiro turno obteve 42,76% dos votos, ficando atrás do candidato do PL, Douglas Ruas, com 49,27%. Além deles, disputou também Anthony Garotinho (Republicanos), que recebeu 3,17%.
Com o resultado do primeiro turno, Paes e Ruas iriam para o segundo turno. Entretanto, decisões relacionadas à candidatura de Garotinho mudaram o cenário do pleito.
Garotinho concorria com a candidatura sub judice e ainda podia pedir recurso para reavaliar o indeferimento determinado pela Justiça Eleitoral. Depois do primeiro turno, no entanto, ele desistiu de pedir o recurso, o que abriria caminho para a eleição de Ruas. Nesta quinta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral negou definitivamente o registro de candidatura do político e anulou os votos que ele conquistou. Paes recorreu ao STF, mas o ministro Cristiano Zanin negou o pedido de suspensão da decisão do TSE.
Com a decisão, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) irá fazer a retotalização dos votos para governador, no próximo sábado, 10, o que dará vitória oficial ao candidato do PL.
(Com Agência Estado)
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