Em entrevista a uma rádio argentina, Quirno disse que divergências políticas entre os presidentes dos países-membros não impediram avanços recentes, em referência às ofensas recentes de Javier Milei ao presidente Luís Inácio Lula da Silva. Como exemplo, o chanceler citou a assinatura do acordo entre a União Europeia e o Mercosul, após 25 anos de negociações.
"Diferenças entre os presidentes não impediram que assinássemos, depois de vinte e cinco anos, o acordo União Europeia-Mercosul e que ele passou a vigorar em primeiro de maio", declarou. Em seguida, reconheceu que existem "diferenças marcantes" sobre qual deve ser o papel do Mercosul na economia dos países integrantes.
Segundo o chanceler, é justamente por isso que a Argentina está defendendo "a maior flexibilidade possível" e "a maior abertura possível". Ele argumentou que o país não pode permanecer "preso a um esquema" que o impeça de "se abrir ao mundo".
(Com Agência Estado)
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