"É uma escolha que, no arranjo atual, são companhias privadas que não têm nenhum tipo de regra. Essas empresas talvez estejam observando a oportunidade de ter um lucro extraordinário, ter uma colocação de preços mais elevados. E aí compete ao poder público dentro dos instrumentos existentes zelar para que isso não aconteça", afirmou.
Segundo ele, a intenção do governo era que todas as distribuidoras aderissem, mas que haverá conversas com o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil para avaliar se há pontos de mudança no programa para melhorar a adesão.
"Para verificar se há ações a serem tomadas para primeiro garantir se precisa fazer algum ajuste no programa para que elas façam adesão e segundo, mesmo que elas não façam adesão, que também não façam preços abusivos ao consumidor final", disse.
Ele ressaltou que o governo acompanhará de perto a situação das empresas e de possíveis abusos nos preços, aumentando a fiscalização.
"Claro que é algo que preocupa, o governo está atento, está acompanhando, está fiscalizando, justamente para evitar abusos. É um mercado razoavelmente concentrado. Merece um acompanhamento de perto, nós vamos olhar com um pouquinho mais de cuidado", completou.
(Com Agência Estado)
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