O índice, que na mínima do dia chegou a recuar quase 1,5%, a 185.213 pontos, devolveu as perdas e passou a subir, atingindo o maior nível em praticamente um mês, na máxima da sessão (189.250). A alta nos preços do petróleo - que desacelerou, mas seguia amparada pela promessa de Trump de ataques mais intensos ao Irã - dava força ao Ibovespa e colaborava para manter um viés de baixa do dólar ante o real.
No exterior, porém, o dólar continuava em alta, enquanto as bolsas em Nova York oscilavam ao redor da estabilidade. Os juros futuros abriram em alta com o choque do petróleo e o risco de guerra mais longa, mas migraram para perto da estabilidade, refletindo o movimento do câmbio e das taxas dos Treasuries. O Tesouro ajudou nesse movimento ao manter lotes menores de LTN e NTN-F. A produção industrial acima do esperado ficou em segundo plano.
(Com Agência Estado)
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