"Eu entendo que ajuste fiscal é igual cortar unha. Não é que você pode dizer, olha, obra acabada. Não existe. Você tem que estar permanentemente trabalhando para tentar fazer mais, melhor, com menos recursos. Esse é um trabalho interminável", iniciou Alckmin.
"O que o presidente Lula tem falado e de maneira correta é: 'Eu não vou fazer ajuste em cima dos mais pobres'. Agora, tem espaço para fazer ajuste em cima dos privilégios e do desperdício. Esse deve ser o foco", completou.
Taxa das blusinhas
Em relação à chamada "taxa das blusinhas", Alckmin foi perguntado sobre estudos para reduzi-la, tendo em vista a proximidade das eleições. Ele disse que foi defensor da medida no passado para preservar o emprego e a renda dos brasileiros e frisou que a indústria têxtil e o setor de confecção empregam muito.
Segundo ele, mesmo com a tributação, a carga tributária ainda é "bem menor" do que a do produto produzido no Brasil. "Eu não tenho participado desse debate, mas lá atrás, quando houve essa discussão, nós defendemos, porque entendemos que precisamos garantir uma lealdade concorrencial", disse.
(Com Agência Estado)
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