"Embora o Canadá tenha o melhor acordo comercial com os EUA entre todos os seus parceiros comerciais, reconhecemos que ainda há muito trabalho a ser feito para apoiar as empresas e os trabalhadores canadenses que continuam afetados pelas tarifas da Seção 232 sobre os setores de aço, alumínio e automotivo", acrescentou ele na rede social X.
Já o presidente da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento Europeu, Bernd Lange, escreveu na rede social que a decisão sobre tarifas da Corte é um "sinal positivo" para o Estado de Direito, alegando que os juízes demonstraram que nem mesmo um presidente opera em um vácuo legal. "Barreiras legais foram estabelecidas, e a era das tarifas ilimitadas e arbitrárias, impossíveis de serem impostas pelo presidente, pode estar chegando ao fim", disse.
(Com Agência Estado)
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