Apesar do impacto significativo, a entidade diz, no entanto, que acompanha a decisão com atenção e cautela. Presidente da CNI, Ricardo Alban disse que a instituição seguirá monitorando os desdobramentos para avaliar com mais precisão os impactos para o Brasil.
A CNI frisa que, desde que as tarifas foram aplicadas, tem mobilizado o setor e contrapartes americanas para abrir caminhos de negociação. Esse esforço incluiu uma missão empresarial a Washington com a participação, em setembro, de cerca de 130 empresários. Foram realizadas também reuniões, encontros com empresas e autoridades norte-americanas em defesa da indústria brasileira.
A CNI lembra que a decisão divulgada hoje não derruba tarifas específicas, que atingem aço e alumínio. Além disso, acrescenta, investigações de práticas consideradas desleais, dentro da seção 301, permanecem abertas e podem resultar em novas medidas dos EUA sobre produtos do Brasil.
(Com Agência Estado)
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