"O Brasil não sai da mesa de negociação, por pior que sejam os desaforos ditos contra a gente. O Brasil, que defende o multilateralismo, não para de negociar. Para nós, é mais relevante o povo do que posições ideológicas de alguns que governam por ocasião. Um mandato acaba. Mas as nações não. A gente está de mal, mas logo volta a se falar", disse durante evento na Outlook Agro Brasil, na sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex Brasil), em Brasília (DF).
O ministro disse ainda que, em momentos como esse, a Organização Mundial do Comércio (OMC) "nunca fez tanta falta" para evitar a adoção de medidas que o governo federal classifica como injustas e arbitrárias. "Mas isso não é motivo para a gente desistir. Não vai nos desmotivar", afirmou.
(Com Agência Estado)
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