O Dow Jones subiu 0,26%, aos 49.662,66 pontos. Já o S&P 500 subiu 0,56%, aos 6.881,31 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,78%, aos 22.753,63 pontos.
A Capital Economics cita que a ata é, sem dúvida, um pouco mais agressiva do que o esperado, com "diversos participantes indicando que teriam apoiado uma descrição ambígua das futuras decisões" sobre as taxas de juros, incluindo alertas de possível elevação. Apesar disso, os mercados acionários em Wall Street mantiveram alta firme.
Ações de grandes bancos subiram em bloco, com destaque para Morgan Stanley (+2,9%) e Goldman Sachs (+1,9%), antes penalizados pela liquidação de IA e que agora se recuperam junto ao setor.
A Nvidia subiu 1,6%, depois de fechar parceria estratégica com a Meta (+0,6%), envolvendo infraestrutura local, em nuvem e de IA. Os papéis da Palantir Technologies subiram 1,8% e, em repercussão aos resultados corporativos, a Garmin e a Cadence Design Systems saltaram 9,1% e 7,6%, respectivamente.
No radar, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, testemunhou em um julgamento que pode estabelecer um precedente sobre se as plataformas de mídia social são responsáveis por prejudicar crianças, em meio a escalada global de restrições.
Setores ligados a commodities também se destacaram na sessão. Freeport-McMoRan e Newmont ganharam cerca de 2%, cada, em linha com metais básicos e preciosos, enquanto a Exxon Mobil saltou 3,1% e a Chevron subiu 1,8% após o petróleo Brent retomar nível de US$ 70 o barril com o recrudescimento de tensões entre EUA e Irã.
As ações da Moderna saltaram 6,1%, após a agência federal regulatória americana (FDA, em inglês) aceitar a solicitação de licença biológica para análise da vacina mRNA-1010 para gripe sazonal, revertendo posição anterior.
(Com Agência Estado)
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