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Brasil Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2026, 18:30 - A | A

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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2026, 18h:30 - A | A

Juliana Paes cai no choro antes mesmo do título da Viradouro: 'Eu pago mico'

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A atriz Juliana Paes voltou ao posto de rainha da bateria da Unidos do Viradouro após 17 anos e deu sorte. A Vermelha e Branca de Niterói é a grande campeã do carnaval 2026 do Rio. A escola conquistou nesta quarta-feira, 18, o título com o enredo "Pra Cima, Ciça!", um tributo ao sambista Moacyr da Silva Pinto.

Juliana Paes fez questão de acompanhar a apuração junto com os integrantes da Viradouro na Cidade do Samba. Antes mesmo da metade da leitura das notas, a atriz não conteve a emoção e começou a chorar a cada 10 que a escola tirava. Com uma apresentação impecável, a Viradouro somou 270 pontos e faturou o seu 4º título.

"Eu não presto para a apuração porque eu pago mico. Eu incomodo quem está do lado, mas é inevitável", disse, aos prantos.

A atriz também fez questão de exaltar Mestre Ciça. "Levar um campeonato para o Mestre Ciça, que merece tanto, acho que é por isso que está todo mundo consternado, emocionado. Ele é a humildade em pessoa. É um cara simples, do povo", disse.

A agremiação narrou na Marquês de Sapucaí a história do músico desde os tempos na escola Estácio de Sá até a atualidade. Entre os destaques, esteve a atriz Juliana Paes, que voltou ao posto de rainha da bateria após 17 anos. O último triunfo da Vermelha e Branca de Niterói tinha sido em 2024.

A Viradouro se apresentou este ano na Sapucaí com 23 alas, seis carros, dois tripés e 2.500 componentes.

Tarcísio Zanon assinou o projeto da Viradouro na Sapucaí. Wander Pires interpretou o samba no microfone e o casal Julinho Nascimento e Rute Alves conduziu o pavilhão em um desfile marcado pela emoção.

Como não poderia ser diferente, a bateria brilhou. Do meio até o fim da apresentação, os ritmistas desfilaram sobre um grande carro alegórico, com Ciça à frente, como destaque.

Outro momento emocionante foi a participação do carnavalesco Paulo Barros, que fez história em escolas como Salgueiro, Unidos da Tijuca e Vila Isabel, como destaque em uma das alegorias.

(Com Agência Estado)

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