Segundo o banco, o projeto foi selecionado em edital conjunto com a Finep, lançado em 2025, para atração, implantação ou expansão de centros de PD&I.
A nova unidade deverá concentrar atividades de pesquisa, calibração, validação, testes funcionais e desenvolvimento contínuo de soluções embarcadas, com maior participação da engenharia brasileira.
A implantação inclui compra de equipamentos, construção de laboratório e uma nova pista de testes dedicada às atividades de desenvolvimento. As instalações permitirão simulações e análises voltadas a eficiência energética, emissões e evolução de tecnologias para motores híbridos flex, aproveitando a experiência brasileira em biocombustíveis e motores flex.
"O projeto associa a introdução de tecnologias de baixo carbono no setor automotivo no Brasil ao desenvolvimento da cadeia de fornecedores locais, com a aquisição de insumos locais", disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, em nota.
Para a Toyota, o centro reforça a estratégia multi-pathway e a combinação entre eletrificação e etanol como rota para descarbonização no Brasil.
"Este projeto reflete a confiança da Toyota na capacidade da engenharia brasileira", afirmou o presidente da Toyota do Brasil, Evandro Maggio, também em comunicado.
(Com Agência Estado)
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