A moeda americana abriu a R$ 5,2087, em baixa de 0,25%, e chegou à mínima intradiária no nível de R$ 5,19. O contrato para setembro abriu a R$ 5,2240, com baixa de 0,11%.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, recua, enquanto a moeda americana também perde força ante as principais divisas emergentes. O petróleo, por sua vez, avança pela quarta sessão consecutiva, com o Brent acima de US$ 90 o barril, diante das incertezas sobre o Estreito de Ormuz e o risco de interrupções no fornecimento.
A ata do Fed concentra as atenções dos investidores em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária americana, após a recente divulgação de indicadores mais fracos de atividade e inflação nos Estados Unidos. A leitura do documento pode influenciar as expectativas para os juros e o comportamento do dólar e dos rendimentos dos Treasuries.
No Brasil, o mercado também monitora os dados de inflação. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de agosto registrou queda de 0,36% na segunda prévia do mês, desacelerando ante a deflação de 1,11% da mesma leitura de julho, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).
O ambiente doméstico continua marcado pela cautela com o risco eleitoral e pelo fluxo de investidores estrangeiros. Nesta quarta, além da ata do Fed, os investidores acompanham os estoques de petróleo e derivados dos Estados Unidos, às 11h30, e as falas do vice-presidente Geraldo Alckmin, a partir das 9h, e do ministro da Fazenda, Dario Durigan, às 10h50.
Na terça, 18, o dólar à vista terminou em alta de 0,39%, a R$ 5,2216, no terceiro pregão consecutivo acima de R$ 5,20.
(Com Agência Estado)
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