"Já existem sinais encorajadores de que as empresas europeias estão investindo em IA. Dados de pesquisas sugerem que as companhias da zona do euro esperam destinar, em média, cerca de 9% de seu investimento total à IA neste ano", disse. "A questão é se a Europa conseguirá criar as condições para que esse investimento se dissemine e ganhe escala", acrescentou.
Apesar da preocupação, Lagarde avaliou que a Europa está "bem posicionada" para "tirar o máximo proveito das novas tecnologias", considerando a base de pesquisa e conhecimento de nível mundial da região.
Em paralelo, Lagarde disse que, no ano passado, a economia da zona do euro cresceu impulsionada "inteiramente" pela demanda interna e que a expectativa é de que o quadro se repita em 2026. Para a chefe do BCE, no entanto, o desafio é transformar "a resiliência interna em uma fonte de crescimento mais duradoura no longo prazo".
(Com Agência Estado)
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