"Eu comemoro o fato de, findado janeiro, o governo não ter decidido colocar em pauta a prorrogação dessa medida, das cotas. Eu comemoro isso por acreditar que a não prorrogação estimula a produção local. Então, ao não prorrogar, nós todos estamos no caminho de sofisticar nossa produção, de gerar mais emprego aqui", comentou Calvet durante entrevista coletiva à imprensa sobre os resultados do setor em janeiro.
A vigência do uso das cotas terminou no dia 31 de janeiro. Até o momento, nenhum pedido de renovação do benefício chegou oficialmente à Câmara de Comércio Exterior (Camex).
As cotas permitiram a importação livre de imposto de carros eletrificados que têm a produção finalizada em fábricas no Brasil. Beneficiaram, em especial, a BYD, que traz da China automóveis parcialmente montados para conclusão na fábrica inaugurada em outubro pela marca chinesa em Camaçari, na Bahia.
"Se, em algum momento - em fevereiro, março, abril, maio ou junho -, qualquer empresa pleitear algo semelhante de cotas, redução de alíquotas de imposto, a Anfavea não mudará a sua posição em defesa da produção nacional, sobretudo quando nós falamos que é necessário, em alto volume, trabalhar com processos produtivos mais complexos: estamparia, soldagem, pintura, tudo no Brasil, gerando empregos", declarou Calvet.
(Com Agência Estado)
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