Entre as conquistas, o ministro voltou a destacar os baixos níveis de desigualdade, inflação sob controle, geração de cerca de 5 milhões de empregos e recorde de exportação na balança comercial. As declarações foram feitas durante painel da Expert XP, que acontece nesta sexta, em São Paulo.
"Se desigualdade é uma coisa que incomoda, se é a renda baixa que incomoda, se tarifa absurda ao Brasil que incomoda, o fiscal é a 'pedra de toque' para que a gente deixe o País forte, mais robusto. E no momento em que o mundo nos promete incertezas e desafios. Eu tenho, junto com o presidente Lula, compromisso em fortalecer o País, em especial as contas públicas. Para que a gente tenha juros mais baixos e fortaleça as políticas públicas que mais impactam a vida concreta das pessoas", detalhou o ministro.
Segundo Durigan, essa "última milha", que precisa garantir juros mais baixos e menor endividamento no País, é algo que ainda o incomoda e que, por isso, é preciso fazer esforços para que a população seja menos penalizada.
Conforme disse o ministro, o governo irá apresentar, até 31 de agosto, uma peça orçamentária que prevê superávit primário de 0,5% no ano que vem. "E esse orçamento não vai deixar de prever programa social, não vamos aumentar programa social sem previsão orçamentária. Eu não vou tirar dinheiro do governador e não prever esse dinheiro no ano que vem", disse Durigan, fazendo referência ao que foi feito no ano de 2022.
Ainda segundo Durigan, o Brasil precisa ser um porto seguro em um ambiente global de cada vez mais incertezas.
(Com Agência Estado)
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