Chefe de delegação desde 2023 ainda sob a direção de Luciano Spalletti, o ex-goleiro seguiu na função até abril, como braço forte de Gattuso. Mas se demitiu após a vexatória queda na repescagem da Copa de 2026 diante da Bósnia e Herzegovina.
De acordo com o jornal italiano Gazzetta dello Sport, o novo presidente da Federação italiana de Futebol (FIGV), Giovanni Málago, queria Buffon ainda mais forte nas decisões da seleção neste novo ciclo para o retorno a uma Copa do mundo após três edições de ausência e confiava em acerto.
O convite foi formalizado por Maldini e Leonardo há cerca de 10 dias e recusado nesta sexta-feira. Buffon pediu alguns para refletir e respondeu negativamente e a contragosto, sob justificativa que precisa "ficar mais próximo da família e continuar os estudos para ser treinador." A resposta foi primeiro a Málago.
Buffon não esconde seu sonho de ser técnico após jogar profissionalmente por mais de 45 anos e ser um dos grandes ídolos da Itália, a quem defendeu desde o sub-16, atuando no time principal por 176 jogos em 22 temporadas. Considerado um dos melhores de todos os tempos na posição, o goleiro foi campeão mundial em 2006.
(Com Agência Estado)
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