A família da pequena Larah Fares, sete anos, iniciou uma rifa beneficente para ajudar nos custos extras de viagem e estadia durante a próxima cirurgia cardíaca da criança, marcada para o dia 26 de janeiro, em Curitiba (PR). Diagnosticada com cardiopatia congênita grave e TEA (Transtorno do Espectro Autista), Larah já passou por três cirurgias cardíacas, três cateterismos e segue em acompanhamento especializado fora de Mato Grosso.
A campanha está sendo organizada pela mãe, Nádia, que é mãe solo e sustenta os dois filhos por meio de uma pequena confeitaria. Segundo ela, embora o plano de saúde cubra o procedimento cirúrgico, todas as despesas de estadia, transporte, alimentação e permanência no hospital ficam sob responsabilidade da família, além de um custo prévio obrigatório com o instrumentalista.
“Não é para arcar com a cirurgia. Graças a Deus a gente consegue manter o plano de saúde dela. O plano paga a cirurgia. O que pesa são as despesas e esse valor do instrumentalista, que é R$ 1.500, que a gente tem que deixar pago antes”, explicou Nádia.
POR QUE NÃO EM CUIABÁ?
Após repercussão nas redes e veículos locais, muitos questionaram por que a cirurgia não seria feita em Mato Grosso. Segundo a mãe, o estado não dispõe de cirurgia cardíaca pediátrica para o perfil da criança.
“Na gravidez, os médicos de Cuiabá já pediram para procurar um centro especializado, coisa que aqui não tem. Em Cuiabá não há tratamento cirúrgico para recém-nascidos ou crianças com cardiopatia grave”, disse.
A família se deslocou inicialmente para Curitiba, onde Larah realizou a primeira etapa de tratamento no Hospital Pequeno Príncipe, referência em cardiologia pediátrica no país.
ROTINA, TEA E CUIDADOS
Além da cardiopatia, Larah também foi diagnosticada com TEA há cerca de dois anos.
“Ela já fazia acompanhamento com neurologista, mas o diagnóstico fechou em Curitiba. Ela faz terapia, demanda muitos cuidados, e isso me impede de trabalhar fora”, relatou a mãe.
A previsão dos médicos é que a cirurgia seja a última no coração, embora ainda exista uma segunda cirurgia futura para correção na coluna.
A família recebeu a orientação de que pode permanecer entre 30 e 90 dias em Curitiba após o procedimento, dependendo da recuperação pós-operatória.
“Vai ser uma cirurgia de peito aberto. Ela deve sair entubada, ir para a UTI, ficar com três ou quatro drenos. Tudo depende de como o corpo dela reage para receber alta e voltar para Cuiabá”, disse Nádia.
A RIFA
A rifa solidária tem como 1º prêmio um iPhone 17 (256GB). Cada número pode ser adquirido pela plataforma Rifa Personalizada.
Link da rifa: rifa beneficente Larah Fares
Os ganhadores serão divulgados na página oficial da rifa e no Instagram. A mãe também disponibiliza contato para esclarecimentos.
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