Cidades Quarta-feira, 15 de Junho de 2011, 18:50 - A | A

Quarta-feira, 15 de Junho de 2011, 18h:50 - A | A

GREVE A VISTA

Professores da UFMT decidem pelo indicativo de greve

Professores se posicionam contra a precarização de contratações e o sucateamento da estrutura física

DA REDAÇÃO

Divulgação
A UFMT tem 1.450 professores, entre substitutos e efetivos

Professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram na tarde desta quarta-feira (15) pelo indicativo de greve sem data determinada.

A categoria marcou nova assembleia para o dia 28 de junho às 14h, data em que irão elaborar a pauta interna de reivindicações para, se for o caso, subsidiar um movimento grevista.

Na próxima terça-feira, dia 21, às 10 h, haverá uma reunião no auditório da Adufmat (Associação dos Docendes da Univerdidade Federal de Mato Grosso) com professores substitutos e temporários, para que levantem as preocupações específicas dos contratados.

Os professores se manifestam contra o congelamento dos salários até 2019, contra contratações precarizadas de substitutos e temporários, o sucateamento da estrutura física da Universidade e cobra perdas salariais, que já passam dos 152% em 12 anos.

Debates sobre o papel da universidade brasileira serão amplamente questionados entre os docentes. Tudo que for discutido nas próximas semanas pelos professores da UFMT será levado também ao 56º Conselho do ANDES-SN (CONAD), de 14 A 17 de julho, em Maringá (PR).

“Se nós gritarmos, o governo vai nos ouvir. Nunca ganhamos nada sem reivindicar”, disse o professor Tomás Boaventura, historiador, defendendo a construção coletiva da paralisação.

A última greve dos professores da UFMT, ocorreu em 2005 e durou 152 dias.

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