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Cidades Quinta-feira, 24 de Setembro de 2026, 18:25 - A | A

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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2026, 18h:25 - A | A

ÁLCOOL A R$ 4,39

Procon de Cuiabá reforça fiscalização após alta nos preços dos combustíveis

Operação nacional reúne órgãos de defesa do consumidor para monitorar valores cobrados nos postos

DA REDAÇÃO

Reprodução

Combustível, diesel, gasolina, posto

O preço do álcool chega a R$ 4,39 por litro nas bombas de postos de Cuiabá, em meio ao reforço da fiscalização do mercado de combustíveis realizado pelo Procon Municipal.

A atuação faz parte da Operação Carga Pesada, mobilização nacional coordenada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com participação de Procons de todo o país.

A operação busca acompanhar a formação dos preços e identificar possíveis práticas abusivas nas margens de lucro dos combustíveis.

Durante reunião nacional realizada nesta semana, foram apresentados dados recentes sobre os valores praticados no país. O diesel S10 registrou preço médio nacional de R$ 7,13, enquanto a gasolina comum ficou em R$ 6,54. O etanol teve alta de 3,3% no período.

Em Cuiabá, o Procon afirma que acompanha o mercado de combustíveis desde o início do ano e seguirá realizando ações de fiscalização nos estabelecimentos. A força-tarefa reúne, além dos Procons, órgãos como a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e a Força Nacional.

O objetivo é ampliar a troca de informações entre os órgãos e verificar eventuais irregularidades na comercialização dos combustíveis. A secretária adjunta do Procon, Mariana Almeida Borges, afirmou que a fiscalização busca proteger os consumidores de possíveis práticas abusivas.

“Estamos fortalecendo a fiscalização para garantir que o consumidor cuiabano tenha seus direitos respeitados e não seja prejudicado por possíveis práticas abusivas nos preços dos combustíveis”, declarou.

O valor de R$ 4,39 por litro do álcool é um preço identificado nas bombas e, isoladamente, não significa que o estabelecimento esteja praticando irregularidade. A análise de eventual abuso depende da fiscalização e dos critérios aplicáveis ao mercado.

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