Cidades Terça-feira, 24 de Maio de 2011, 10:08 - A | A

Terça-feira, 24 de Maio de 2011, 10h:08 - A | A

DÚVIDAS

Polícia Civil mantém silêncio sobre investigação que acabou em tragédia

Dois policiais civis classe especial morrem em acidente, mas ação é motivo de comentários

DA REDAÇÃO

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso ainda não se manifestou sobre investigações feitas por policiais civis, que resultarem nas mortes de agentes de classe especial e um homem, na tarde desta segunda-feira (23), na Rodovia dos Imigrantes, em Várzea Grande. O agente Maxwel José Pereira ficou ferido. Somente na manhã desta quinta-feira é a que a instituição publicou matéria sem explicar, contudo, qual era o procedimento dos policiais.

Os agentes Edson Leite João Osni, o João Caveira, faleceram em conseqüência de um acidente de trânsito no trajeto para o Pronto-Socorro Municipal, e Gilson Silvio Alves, o Carlinhos, 33, morreu baleado no local, com tiros disparados por Edson.

O pronunciamento da diretoria-geral da Polícia Civil se faz necessário porque muitas dúvidas cercam atitude de Edson Leite, Maxwel e João Caveira. Não se sabe até o momento qual a verdadeira missão de Edson e os colegas em um posto de combustível, onde Gilson estava com a esposa.

Uma das informações é que chegaram Edson e Maxwel no posto. Um tiro foi disparado para o alto por um dos policiais, o que teria provocado susto em Gilson. Este fugiu para o mato e foi perseguido por Maxwel. Ambos entraram em luta e Gilson tomou a arma do agente e disparou um tiro na perna.

Nesse momento, Edson chegou e teria sido atingido com tiro na altura da barriga. Mas disparou seis de pistola em Gilson, que morreu no local. Nisso, segundo informações, estaria passando pelo local João Caveira, que prestou socorro aos colegas de polícia. No trajeto para o PSM de Várzea Grande, o carro bateu em um quebra-molas, se desgovernou, atingiu um poste e muro.

A morte dos policiais, segundo colegas de profissão, ocorreu em virtude do acidente. Mas o que gera dúvida é o que Edson e Maxwel faziam no posto, já que ambos são lotados no Cisc do Coxipó, distantes uns 15 quilômetros do local do acidente. Caveira trabalhava administrativamente no Cisc do Verdão, ambos em Cuiabá.

Há comentários de que na semana passada Gilson teria aplicado uma surra no sobrinho de João Caveira porque ele pediu dinheiro para entregar produtos roubados e que pertenciam a ele.

Desde então, Gilson passou a ser perseguidos por familiares do acusado de roubo. Isso teria despertado a ira de João Caveira, que era conhecido nos meios policiais como pessoa violenta. Agora resta a Polícia Civil esclarecer muitas dúvidas.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia


Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros