Cidades Sexta-feira, 04 de Novembro de 2011, 16:09 - A | A

Sexta-feira, 04 de Novembro de 2011, 16h:09 - A | A

MELHOROU

Jovem acidentado em roda-gigante melhora e deixa hospital em Várzea Grande

Fabrício Ferreira de Oliveira, estava hospitalizado desde o dia do acidente, que aconteceu no último dia 15 de outubro, recebeu alta de médicos

HÉRICA TEIXEIRA
herica@hipernoticias.com.br

 

Mayke Toscano/Hipernotícias

 

Teve alta médica no final da manhã desta sexta-feira (4) o jovem Fabrício Ferreira de Oliveira, de 21 anos, que estava internado desde o último dia 15 de outubro, quando a roda-gigante em que estava, junto com o amigo Ariel Adão Costa Bonfanim, de 16 anos, cedeu. Ambos caíram de uma altura de quase 10 metros.

Ariel morreu quatro dias após o acidente. Já Fabrício ficou na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde permaneceu até o início desta semana, sendo transferido para um quarto do Pronto-Socorro de Várzea Grande, que ficou até a manhã desta sexta-feira.

O acidente aconteceu em um parque de diversão irregular, localizado na região do Parque do Lago, em Cuiabá. A queda da roda-gigante foi ocasionado porque o pino de sustentação de uma das cabines em que se encontrava Fabrício e Ariel se soltou,e partiu e resultou no acidente.

O proprietário do parque de diversão, José Henrique da Silva Motta, que não estava no local durante o acidente, poderá responder por lesão corporal culposa ou dolosa, de acordo com informações da assessoria da Polícia Civil, que informou também que perícia ainda não está pronta. O inquérito foi aberto no Cisc Parque do Lago e aguarda conclusão da perícia para identificação da causa do acidente.

CORPO DE BOMBEIROS

À época, o major do Corpo de Bombeiros Átila Wanderley da Silva informou que o parque não tinha autorização para funcionamento e nem alvará de segurança. “A estrutura do parque está toda comprometida, com soldas estragadas. Não tem extintores nem luminárias de emergência e muito menos não tem o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)”, informou.

O ART é feito por um engenheiro mecânico e só com o documento o parque poderia ser analisado pelo Corpo de Bombeiros. Ainda segundo o major Átila, o proprietário José Henrique da Silva Motta já havia colocado a estrutura em outros municípios de forma irregular.

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