Cidades Terça-feira, 26 de Abril de 2011, 17:05 - A | A

Terça-feira, 26 de Abril de 2011, 17h:05 - A | A

INSEGURANÇA

Grupos se organizam para praticarem 'saidinha' de banco na Grande Cuiabá

Comandante da Rotam comenta ação de quadrilhas e explica prisão de suspeitos de matarem capitão da PM

DA REDAÇÃO

Arquivo
Grupos organizados intensificam saindinhas de bancos na região metropolitana de Cuiabá
O roubo conhecido por “saidinha” de banco conta agora com grupos organizados e mais armados. A avaliação é do tenente-coronel Airton Siqueira, comandante da Rotam (Ronda Ostensiva Tático Metropolitana), responsável pela prisão de 3 suspeitos de participarem do latrocínio do capitão da PM de Mato Grosso, Noé Sampaio, executado com tiros no início da tarde desta terça-feira (26) em Várzea Grande.

Conforme Siqueira, há registros sobre atuação de várias pessoas nessa modalidade de roubo. Um observa a vítima sacando dinheiro do banco; outra monitora fora do estabelecimento e outras duas seguem de moto o alvo do roubo. Depois de consumado o crime, armas, dinheiro e até roupas que possam identificar os bandidos são entregues ao grupo de apoio.

No caso do latrocínio (roubo seguida de morte) ao capitão da PM, o grupo de apoio estava em uma picape Montana, vista por moradores da rua onde aconteceu o crime, no Jardim Imperador. Depois, o veículo veio para Cuiabá, passou pela avenida Carmindo de Campos. No estacionamento de um supermercado, os bandidos se reuniram.
Porém, uma patrulha comandada pela tenente Valéria Fleck, da Rotam, passava no local e os policiais desconfiaram do grupo, resolveram aborda-los e encontraram um revólver dentro da picape, além de celulares.

Suspeitas aumentaram quando um dos telefones móveis registrou uma chamada. Um PM se passou por um dos suspeitos e uma pessoa do outro lado da linha perguntou: “E aí, a parada deu certo?”

Depois disso, explica a tenente, as evidências do crime contra três detidos ficaram mais fortes. O trio foi levado para a Delegacia de Repressão a Roubos de Furtos de Várzea Grande. Segundo a Polícia Civil, o trio foi reconhecido por testemunhas. O inquérito será conduzido pelo delegado Márcio Alegria.

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