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Cidades Sexta-feira, 07 de Julho de 2023, 16:10 - A | A

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Sexta-feira, 07 de Julho de 2023, 16h:10 - A | A

ENTREVISTA HNT TV

Fundador do Cena Onze, Flávio Ferreira destaca importância da cultura como “remédio da alma”

Extinção do Ministério da Cultura, durante governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, também foi alvo de críticas do convidado, que é advogado, dramaturgo, diretor de teatro e imortal em MT

VINÍCIUS REIS
Da Redação

O pontapé da Entrevista HNT TV desta semana foi a história do Grupo Cena Onze, fundado pelo multiartista Flávio Ferreira. Durante a conversa com o jornalista Kleber Lima, o grande entusiasta do setor cultural em Mato Grosso fez questão de frisar o caráter colaborativo que norteia os 34 anos de história do projeto, além de destacar a importância da educação emocional e da cultura na vida das pessoas. Flávio Ferreira é ator, advogado, diretor, escritor, diretor de teatro, dramaturgo e imortal no Estado.

“É um projeto [o grupo Cena Onze] de educação emocional. As escolas cuidam muito do conhecimento prático, daquilo que a ciência prevê. Mas não há uma preocupação, até hoje, infelizmente, com essa educação emocional, que prepara a pessoa para o coração”, declara o diretor de teatro, que aponta a doença da alma como a doença do século.

Em um contexto marcado pelo aumento do uso de redes sociais e de crescimento econômico, gerador de um maior uso de medicamentos, filmes, peças de teatro e livros aparecem, na visão do entrevistado, como alternativas para que a população possa trabalhar melhor seus sentimentos.

A mobilização da classe cultural contra o desmonte do segmento, proposto durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), também entrou em pauta no bate-papo com o membro titular da cadeira 35 da Academia Mato-Grossense de Letras (AML). Na ocasião, Flávio teceu críticas à extinção do Ministério da Cultura, concretizada pelo ex-chefe do Executivo nacional, como uma causa pela qual os artistas voltaram a lutar e a se unir. Destacou a aprovação de importantes leis durante o período, de fontes de financiamento para o setor.

“Na pandemia, quando ninguém podia fazer nada, os artistas se organizaram. Desde de levar comida para pessoas em situação de rua até mesmo para os artistas que não tinham condições. Então, a classe se uniu muito [...] e uniu tanto, que nós temos hoje as Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc por conta desta união”, recorda o convidado.

A porção advogado de Flávio Ferreira, militante nas questões de direitos humanos no Estado, sobretudo ligado à realidade da população carcerária, também é pauta da entrevista.

Confira a íntegra do bate-papo a seguir:

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Muniz 07/07/2023

Este merece todo o respeito dos Matogrossenses.

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