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Cidades Quinta-feira, 05 de Junho de 2014, 16:40 - A | A

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Quinta-feira, 05 de Junho de 2014, 16h:40 - A | A

RESTRIÇÃO

Exército só reprime protestos se houver ordem da presidente Dilma

Seiscentos homens das Forças Armadas só atuarão em caso de extrema necessidade e mesmo assim com ordem da presidente da Repúblcica

MAX AGUIAR


Ações das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) só serão efetivadas contra tumultos em que a Polícia Militar e Força Nacional de Segurança não consigam conter as badernas. Em resumo, no caso do Exército, a presença de militares será meramente de efeito midiático, ou seja, para impressionar turistas. Militares ficarão em posições estratégicas em Cuiabá e Várzea Grande.

Caso haja manifestações violentas, como vandalismos em estabelecimentos públicos e privados, a ordem do Palácio do Planalto, conforme informações obtidas pelo HiperNotícias, é que as Forças Armadas só atuarão a pedido do governador e aprovada pela presidente Dilma Rousseff.

Marcos Lopes/HiperNotícias

Cúpula das Forças Armadas mostrou à imprensa plano estratégico de atuação contra  terrorismo, por exemplo, em Cuiabá e VG

O general José Carlos Braga de Avellar, comandante da 13º Brigada de Infantaria Motorizada, com sede em Cuiabá, confirmou em coletiva que as forças estão prontas para qualquer tipo de ação, mas o trabalho primário em repressão a qualquer tipo de violência em casos de protestos cabe a Polícia Militar.

“Nós estamos preparados para tudo, de ataque terrorista a tumulto em estádio, porém, não vamos atuar em protestos. Todo tipo de manifestação é legítima, porém se houver algum tipo de ato desordeiro a PM vai atuar. Nós só entraremos caso surja uma ordem vinda da presidente da República, a pedido do governador”, confirmou o general.

Enquanto isso, os mais de 1.600 integrantes do Exército, Marinha e Aeronáutica estarão em Cuiabá instalados em pontos estratégicos, se revezando em turnos de 24/24h e ficarão responsáveis para conduzir as delegações para o estádio, cuidar de locais como aeroportos e portos e pontos de distribuição de energia e água que são usadas diretas para que o evento de futebol aconteça com normalidade.

No espaço aéreo será proibido voos próximo ao estádio e em aeroportos desde 3h antes dos jogos e, além disso, a Aeronáutica também ficará monitorando os pontos de evacuação e entrada do estádio e hotéis de Cuiabá com aeronaves da FAB.

Segundo o capitão de corveta, delegado naval Alessandro Hamilton Nonato, ele confirmou também que será proibido qualquer tipo de embarcação no rio Cuiabá nos dias de jogos em três horas antes dos jogos.

“Fica expressamente proibido o uso de embarcações no rio Cuiabá numa extensão que dá 30 km, ou seja, por todo perímetro da região metropolitana. Além disso, as fiscalizações serão intensas em Barão de Melgaço, Leverger, Poconé e Lago do Manso”, disse o capitão.

Cuiabá, das 12 cidades sedes para a Copa do Mundo, é a que menos recebeu integrantes das Forças Armadas. “As outras cidades receberam cada uma pelo menos três mil homens. Cuiabá, por ser considerada mais tranquila das sedes, recebeu apenas metade. Sendo que diariamente, fora copa e outras manifestações, atuam aqui 500 integrantes do Exército”, concluiu o general Avellar.

Ao total, no Brasil foram investidos R$ 709 milhões para que as forças se preparassem para o evento de Copa do Mundo. Isso tudo investido em armamento, veículos, equipamentos e treinamentos.

A tropa permanece em Cuiabá até um dia após a Copa, ou seja, dia 13 de julho. Com isso, os militares retornam para Campo Grande e o efetivo em Cuiabá permanece com 500 militares.

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