O corpo de Paulo Cristian Leandro Barboza Braga, de 25 anos, que estava enterrado em uma reserva de eucaliptos em Diamantino (182 km de Cuiabá), foi identificado por meio de impressões digitais. Natural de Iacri (SP), a vítima estava desaparecida desde o dia 3 de abril e foi localizada apenas em 7 de maio, já em avançado estado de decomposição.
A identificação foi possível graças ao trabalho especializado de papiloscopistas de Nova Mutum (241 km de Cuiabá) e Lucas do Rio Verde (332 km em Cuiabá), que utilizaram técnicas de recuperação de tecidos para processar as digitais em cerca de 48 horas, permitindo o avanço das investigações criminais pela Polícia Civil.
O emprego de métodos científicos rigorosos encerrou o período de incerteza enfrentado pela família da vítima. O corpo, que havia sido encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da Gerência Regional de Diamantino logo após a descoberta, passou por exames detalhados que subsidiarão o inquérito policial sobre as circunstâncias e a autoria do homicídio.
Para a gerência regional da Politec em Nova Mutum, o resultado reforça a importância da ciência forense como ferramenta de humanização e eficiência no sistema de segurança pública de Mato Grosso. A identificação humana, mesmo em condições biológicas adversas, é considerada um pilar essencial para a elucidação de casos de ocultação de cadáver e crimes violentos na região médio-norte do estado.
Com a confirmação da identidade de Paulo Cristian, os órgãos de investigação agora concentram esforços no rastreamento dos últimos passos da vítima para identificar os responsáveis pelo crime.
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